quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Celia Hart

Um furacão revolucionário nasceu e nos deixou em Cuba esta semana. A notícia do Gramna, jornal cubano, encheu os socialistas da América Latina de tristeza. A alegria incomparável desta cubana filha da Revolução vai fazer falta. Extrovertida, simpática e disposta às mais importantes análises e elaborações sobre os rumos do socialismo na ilha caribenha, nos deixou de maneira absurda. Segundo versões oficiais, o fusca em que estava com seu irmão bateu contra uma árvore. A Celia que conheci e convivi em Buenos Aires, nos dias 15, 16, 17 e 18/08, tinha me dito que "daria um jeito de me levar para festa dos cinquenta anos da Revolução". Ela me disse isso num espanhol carregado de esperança e solidariedade que jamais vou ver de novo.


(Foto que eu tirei em 15/08, no auditório da Faculdade de Medicina da Universidade de Buenos Aires, no palco do ato de abertura do IV Congresso do Movimento Socialista dos Trabalhadores, Celia a duas cadeiras ao lado, à esquerdo por supuesto)


Segue trechos e os links de homenagens a Celia. 


"Converteu-se assim em uma voz revolucionária que soube unir com agudeza a defesa da revolução cubana a partir de seu encontro com o novo processo anti-imperialista que se vive na América Latina."
Luciana Genro, Pedro Fuentes, Roberto Robaina
Movimento Esquerda Socialista/PSOL
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"Así la vamos a recordar, revolucionaria, pura y comprometida con la causa de la revolución socialista, la que defendió con firmeza toda tu vida."

Vilma Ripoll, Alejandro Bodart y Sergio García

Por la Dirección Nacional del MST

(Movimiento Socialista de los Trabajadores de Argentina)

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"Celia, transmitía con alegría y optimismo sus ideas y proyectos. Su muerte nos redobla en el esfuerzo revolucionario e internacionalista, en el compromiso de seguir defendiendo ese proyecto y esas ideas socialistas que en los últimos años levantamos en común."

Consejo Editorial de Revista de América

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