quarta-feira, 27 de julho de 2011

A Azul é a melhor companhia aérea do Brasil

Depois desses dias de estrada e aeroporto volto para casa com mais um convicção: a Azul é a melhor companhia aérea do país, em qualidade e no custo-benefício.

Saí de São Paulo num confortável ônibus do Shopping Eldorado rumo ao aeroporto de Viracopos em Campinas. Absolutamente de graça. Ok, concordo que ele é pago pelo valor das tarifas, mas mesmo assim foi muito legal. Prometiam internet sem fio. Lutei o quanto pude e não consegui me conectar. Consegui me esticar e dormir profundamente. Ponto positivo.


Linhas aéreas terrestres


Em Campinas o check-in foi ultraveloz. Ok, cheguei com muitas horas de antecedência, já que devido ao ônibus de São Paulo não podia chegar muito em cima da hora. Enfim, check-in no balcão eletrônico, despacho da bagagem muito rápido e tudo certo. Segundo ponto positivo.

Pontualidade excepcional. Muito organizado e direto. 3X0.

Espaço na aeronave é como gol fora de casa. Vale em dobro. Estou num lugar comum confortavelmente instalado. Consegui abrir a tela do computador em um espaço digno, estou com as pernas totalmente esticadas. Vim de Webjet e voltei de Azul. A primeira é a companhia aérea que não reclina o banco um centímetro. Até aqui uma lavada de vantagens.

É a terceira vez que viajo pela Azul. Antes de começarem suas operações em dezembro de 2008 prometiam televisão exclusiva em todos os bancos. Nas duas primeiras vezes, janeiro e outubro de 2009 ficou só na promessa. Agora temos em boa resolução um monitor de umas, sei lá, 7 polegadas, numa distância razoável, com oito canais via Sky. Multishow, GNT, Sportv. Só canal bom. Mais o VH1 e dois de desenho. O oitavo canal é o flight map. Sensacional. A gente vê em que parte do mapa está o avião, altitude e velocidade. Estamos a 28590 pés, 516 milhas por hora e sobrevoando Caxias do Sul (isso me avisa que em breve vamos pousar). Ah, além de eu acreditar que o fone de ouvido que nos deram, além de muito honesto, é presente.

O lanche de avião sempre é uma frustração. Bebidinha mais ou menos, lanche minúsculo. Na Webjet é tudo pago. Até a água. Três reais por 300 mL. Mais caro que no Saara. Eles aqui não deram um copo de refrigerante, deram a lata toda. Quem tomou suquinho de pêssego pensou que tinha sido servido pela mamãe, adoraram. Eles oferecem ruffles com nome de batata frita azul, amendoim, mix de passas-amendoim-nozes, club social com nome de bolachinha da azul, bolacha recheada genérica da negresco e um lindo e recheado pacote de goiabinhas, estilo da bauducco, mas que na real é da parati. O cara come à vontade, fica satisfeitíssimo. Isso tudo curtindo uma tela ou um mapinha do Brasil. Para arrebatar, o tiro de misericórdia na concorrência. Vem o cafezinho azul. “Açúcar ou adoçante?” Sério, foi só alegria.

Quanto custou esse post inteiro de felicidade? Paguei R$ 136,00 em três vezes sem juros. Campinas a Porto Alegre, trecho único, sem promoção.

Parece que ainda vou ganhar 5% desse valor em créditos. Vai rolar R$ 6,80 de bônus. Se juntar R$ 50,00 já da para investir na próxima viagem, como desconto.

Tá na hora de desligar o computador e aterrissar.  

(Texto escrito durante o vôo na segunda, 25/07)

Um comentário:

Fred disse...

Só faltou visitar os companheiros de Campinas, né?!? Dá próxima vez tem PitStop!!