quinta-feira, 30 de junho de 2011

Brasil: um novo milionário por hora

CartaCapital desta semana, edição 652, traz na página 18 a seguinte informação.


Mais ricos no país da desigualdade


Ainda considerado um dos países do mundo com a pior distribuição de renda e desigualdade social, o Brasil ganhou 8,4 mil novos milionários, segundo o relatório anual elaborado pelo Merrill Lynch e pela consultoria Capgemini sobre a riqueza no mundo. O Brasil ganhou quase um novo milionário por hora, ou 23 por dia, entre 2009 e 2010, e tem uma população de 155,4 mil privilegiados. São considerados, na pequisa, ativos a partir de 1 milhão de dólares (1,59 milhão de reais).
No mundo, apesar da crise financeira global, que jogou milhões na miséria, a quantidade de milionários também cresceu, de 8,3% para 10,9 milhões. Os ultrarricos, que possuem mais de 30 milhões de dólares (47,7 milhões de reais) se multiplicaram em 10,2%.




Lula disse que era de todos. Mas a pesquisa mostrou que o Brasil é de 155 mil privilegiados. Dilma não vai conseguir terminar com a pobreza sendo que os ultrarricos crescem 10% ao ano, muito mais que a economia, empurrando os de baixo para mais baixo ainda.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Vídeos da palestra de Marcelo Freixo em Porto Alegre

Marcelo Freixo, Deputado Estadual PSOL-RJ, esteve em Porto Alegre no dia 20 de maio de 2011. Além das várias entrevistas para imprensa, recebeu uma Comenda da Câmara de Vereadores de Porto Alegre - proposta pela vereadora Fernanda Melchionna e realizou a excelente palestra que agora disponibilizamos no YouTube.

Vale a pena assistir os 40 minutos em que Freixo fala de segurança pública, direitos humanos, milícias e muito mais.

Imperdível!





sábado, 18 de junho de 2011

E o Brasil marchou por Liberdade e Democracia

O dia 18 de junho de 2011, o 18J, já é um feito histórico das lutas sociais do nosso país. Hoje, em 40 cidades, aproxidamente 50 mil brasileiras e brasileiros estiveram na Marcha da Liberdade.

A Marcha da Liberdade surgiu como um contraponto à repressão policial à Marcha da Maconha em São Paulo. Essa segunda jornada de atos pela liberdade se nacionalizou.

Ouvimos nas capitais e em várias outras cidades os gritos por liberdade de expressão, por liberdade de organização, por liberdade de manifestação. Liberdade. Democracia. Muita gente deve ter estranhado. Essa gurizada toda querendo o que a gente já tem? Pois é. Nas ruas aqui de Porto Alegre, muita gente parou para nos olhar. Era dia de Passe Livre nos ônibus. Direito mensal que é muito boicotado. Poucos ônibus, muitas filas, muita espera, muita gente apertada. Foram centenas de pessoas comuns marchando e clamando democracia dianta de tantas outras centenas de pessoas comuns. Houve uma troca de identidade muito forte. Muitos dos que olhavam, pegaram seus celulares para fotografar e filmar. Levar sua parte da Marcha para casa.

Unimos muitas pautas, muitos movimentos, partidos políticos e gente que não curte partido nenhum. Nossa luta interna era para todo mundo se respeitar, cultivar diversidade, colher democracia. Nossa luta para fora era derrubar os muros dos ouvidos, plantar diálogo, colher outro futuro.

Marchamos em Porto Alegre, São Paulo, Rio, BH, Floripa, Salvador e em mais uma pá de cidade. Conhecemos gente que nem no Facebook conhecíamos. Inserimos o Brasil na nova era. Um tempo de luta por democracia real.

A história andou mais rápido essa semana. O novo mundo parece quem tem pressa para nascer.


A Grécia novamente conflagrada, a beira de novo colapso econômico, teve centenas de milhares nas ruas.

O surpreendente Supremo Tribunal Federal legalizou a apologia ao debate, a manifestação pública de quem quer descriminalizar a maconha.

Aqui no RS, emparedamos a microditadura do DCE da PUCRS.

Amanhã, 19/06/11, de Madrid para toda a Europa. Os indignados do 15M e da Democracia Real Ya! mais fortes do que nunca.

E no meio de tanta diversidade, caminhando, vimos muita identidade. Entre nós mesmos, entre a Marcha e o povo, entre a rua e a luta. Apenas começamos.




Créditos
Foto1: Guilherme Moojen
Foto2: Carina Kunze

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Na avenida Ipiranga

Sociólogo e Direção Nacional do PSOL

Desta vez, eles não venceram. O sinal está aberto para nós. E ainda somos muito jovens.
Acompanho de longe os últimos acontecimentos na PUCRS. Eles são um alento, imagino que para muitos que conhecem de perto essa história. Minha passagem pela PUC foi apenas como  aluno da pós-graduação, e alguns  anos de solidariedade aos diversos movimentos de estudantes que tentaram construir oposições combativos ao DCE. Quem está vivendo este momento ímpar pode considerar-se um agente da história. A pesada roda da mudança parece que não se movimenta, mas, quando rompe a força inercial, cai esmagadora sob as cabeças conservadoras. Isso é o que passa na PUC.
Falo com cautela. Estar longe, fora dos eventos, é algo que recomenda prudência. Tenho acompanhado com curiosidade os informes de camaradas como Rodolfo, Guilherme, via o blog Megafonadores. Vejo que o M89J se converteu na voz coletiva daqueles que por anos lutam por democracia. Democracia Real. Agora e já. E olha como a história anda aos saltos. Em uma semana, o M89J, catalisou o sentimento represado por muitos anos. Como parte de um clima geral, como parte de um desgaste da máfia, a coragem de duas colegas, duas mulheres abriram o caminho para as mudanças. Tábata e Paola, junto aos outras centenas de corajosos decidiram insubordinar-se. Lutaram contra o machismo e a truculência de desequilibrados que hoje organizam a máfia do DCE da PUC.
O DCE da PUCRS famoso por seus golpes sempre se utilizou dos métodos de gangue para manter-se no poder. Conquistado na virada dos anos 80 para 90, a máfia beneficiou-se do refluxo dos movimentos sociais e estudantis para se cristalizar no poder. Nestes anos contou com a complacência da reitoria, que preferia ver um grupo burocrático a arriscar-se enfrentar movimentos mais organizados contra o aumento das mensalidades. Para constranger seus adversários, a direção do DCE [vinculada à ala mais burocrática do PDT] contou com o apoio “parapolítico” de setores violentos das torcidas organizadas. Eram a “tropa de choque”  da burocracia. O DCE transformou, de forma trágica, o movimento estudantil da PUC, num “caso de policia”.
Nos últimos quinze anos, vários movimentos, de muitos bravos ativistas lutaram, da forma como puderam, contra a máfia. Lembro-me do AMEI, no acampamento de 2004 que foi muito forte. Lembro do FALE, na grande vitória do CAAP [Centro de estudantes da Comunicação Social]. Todos muito destemidos. Infelizmente, não houve uma conjunção de fatores capaz de  derrubar a sólida máfia. O que não faltou foi disposição e vontade de lutar.
O desespero da truculência que os delinqüentes apresentaram na noite do enfrentamento físico contra as colegas foi um retrato da decadência do DCE. Como contraponto a essa degeneração de todo o tipo, o registro da agressão, rapidamente tomou as redes sociais[mostrando como esse processo todo esta, literalmente, conectado], gerando uma ampla corrente de solidariedade e simpatia militante.
A reunião que isolou o DCE, na tarde de hoje, 17 de Junho, é um marco dos novos tempos. A participação de vereadores, como o caso da nossa combativa Fernanda Melchionna, foi importante. O que vai decidir, o tamanho e a velocidade dos avanços, será o ritmo da mobilização e a organização do movimento. A nova PUC, indignada, nasce do novo movimento estudantil.  Ao M89J está delegada a tarefa de coordenar democraticamente os próximos passos, com maturidade, respeito às diferenças e radicalidade na ação.
Certamente, os centenas de ativistas que organizaram movimentos contra o DCE, em reuniões clandestinas, atos barulhentos, enfrentamentos com seguranças, ligações anônimas e ameaças, estão com o coração junto ao M89J. Parabéns aos organizadores do Movimento. São um exemplo para dezenas de entidades e DCE´s de universidades privadas controlados por pequenos grupos burocráticos, muitas vezes ligados aos interesses das reitorias. É um grito de liberdade que vai chegar em todo o país.
Fico orgulhoso dos camaradas do Coletivo Juntos! e do PSOL e dos demais ativistas. Desde longe, acompanho com ansiedade os próximos capítulos. No enredo da vida real, em plena Avenida Ipiranga, é tempo de Revolução democrática na PUC.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O que está acontecendo de fato na PUCRS

Este texto foi escrito pela Comissão de Comunicação do Movimento 89 de Junho (movimento89dejunho.wordpress.com | @mov89dejunho | Página do Facebook). Será distribuído aos estudantes da PUCRS hoje. Faça sua parte. Compartilhe nas suas redes sociais. 




Qual o estopim de toda mobilização?

          No dia 08 de junho, duas estudantes tentaram inscrever suas respectivas chapas para eleição de delegados para o 52º Conune (Congresso Nacional dos Estudantes da UNE). O DCE da PUCRS, que também é comissão eleitoral, impugnou as chapas sem dar nenhuma explicação. As estudantes ao pedirem justificativas foram agredidas. Nesse mesmo dia, como forma de protesto, 15 universitários acamparam em frente a sede do DCE para exigir a inscrição das chapas. No dia seguinte, muitos estudantes da PUC realizaram uma manifestação em defesa da democracia, os membros do DCE jogaram gás de pimenta contra os manifestantes. Neste dia foi criado o movimento 89 de junho (8 e 9 datas que tudo começou), agregando estudantes da PUCRS de diversos cursos.
         Já na sexta-feira (10/06) decidiram tirar o acampamento e fazer novos protestos na semana seguinte. Na segunda-feira (13/06) o DCE decidiu fazer as eleições mesmo assim, de forma antidemocrática, com apenas uma urna, sendo que existe quórum mínimo de participação dos estudantes de 5% do total dos matriculados na Universidade. Ao descobrirem que na cédula de votação continham duas chapas, algumas estudantes foram na noite desse mesmo dia até a sede provisória do DCE no prédio 15. Ao chegarem lá solicitaram as nominatas das chapas, já que no edital exigia 52 nomes e não havia nenhum panfleto de ambas as chapas na Universidade. Queriam, também, saber as propostas das chapas. A resposta do DCE, com a conivência da PUCRS, foi trancar as meninas dentro da sala, apagarem as luzes e agredirem elas fisicamente.
          Ao longo desse processo de mobilizações, muitos estudantes descontentes com a atual gestão do DCE começaram a fazer parte das mobilizações e passaram a reivindicar eleições democráticas para o DCE imediatamente. Agora o movimento 89 de junho espera que sejam realizadas eleições de fato democráticas na PUCRS, com ampla divulgação, urna eletrônica e todos os mecanismos que uma eleição séria precisa.

Quem é o DCE da PUCRS atualmente?

O DCE da PUCRS é controlado há mais de 20 anos por um grupo político do PDT, liderado pelo vereador Mauro Zacher, que inclusive já foi Presidente do DCE. Perpetuam-se no comando da entidade através de fraudes eleitorais, escondendo o processo eleitoral com editais afixados apenas dentro da sede do DCE, com ameaças e agressões a qualquer estudante de oposição. Conseguem tudo isso com respaldo da Reitoria, com a qual mantem uma relação de atrelamento total. Os membros do DCE são estudantes profissionais. Ganham da Reitoria isenção total da mensalidade, matriculam-se em vários cursos que não se formam e usam do DCE para benefício próprio, como o acordo para não pagarem estacionamento. Há indícios de uso do dinheiro para financiamento de campanhas eleitorais, pois os membros do DCE são os maiores doadores de campanha de Zacher, sendo que não possuem patrimônio declarado que justifique as doações de milhares de reais. E, vários membros de gestões passadas e da atual trabalham ou trabalharam no gabinete do Zacher.


Afinal, pra que serve um DCE?

Na PUCRS, os estudantes não sabem a verdadeira função de um DCE, já que o atual desvirtuou completamente o papel da entidade. O DCE serve para representar e defender o interesse dos estudantes da PUCRS. Quando o valor da mensalidade sobe de forma abusiva, quando precisamos de apoio aos estudantes como cotas de xérox e de impressão (que existem em várias PUC’s por todo o Brasil), para defender um Restaurante Universitário a baixos preços e principalmente pela qualidade de ensino. O DCE deve promover ações de integração dos estudantes, como eventos culturais, palestras, debates, simpósios, conferências. Deve até mesmo promover campeonatos esportivos e festas de integração. Mas, principalmente, deve ser o órgão de defesa dos estudantes, independente da Reitoria de fato. Hoje o que vemos é um DCE fechado para um grupo de cerca de 15 pessoas, com muitos privilégios, atrelado a Reitoria e que agride, ameaça outros colegas e não passa de uma fábrica de carteirinhas escolares e sala pra esses 15 jogarem PlayStation.

E como está a negociação?

O Movimento 89 de Junho busca o diálogo em primeiro lugar. Todas as manifestações foram decorrentes da intransigência do DCE e da Reitoria da PUCRS. No dia 15 de junho, aconteceu a primeira reunião entre o Movimento, Reitoria e DCE, mediados por uma comissão de vereadores e deputados estaduais. O movimento apresentou cinco pautas. As principais eram eleições livres e transparentes para o DCE imediatamente, auditoria financeira da entidade (já que nunca prestaram contas) e expulsão dos membros do DCE que agrediram colegas dentro do Campus duas vezes em uma semana.

A postura arrogante do DCE foi neutralizada pela força da mobilização. Foram obrigados a recuar e aceitaram eleições livres, com urnas eletrônicas do TRE e com observação de entidades como Ministério Público, OAB, Ajuris, além da Câmara de Vereadores de Porto Alegre e da Assembleia Legislativa. Entretanto, não concordaram com o calendário que prevê eleições para setembro de 2011. Sexta-feira, dia 17 de junho, às 11h, terá a próxima reunião para o DCE responder sobre a data da eleição.

A União Nacional dos Estudantes já anulou a eleição fraudulenta promovida pelo DCE da PUCRS, para delegados ao 52º Congresso da UNE. A PUCRS é a única Universidade no Brasil que foi necessária intervenção da organização nacional do Congresso. A eleição se realizará em calendário que será definido neste fim de semana. Apesar do pouco tempo para a campanha, será a primeira eleição democrática da UNE na PUCRS depois de mais de uma década.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Pedido de Resposta ao Programa Conversas Cruzadas da TVCOM

deRodolfo Mohr rodolfo11@gmail.com
paraconversas.cruzadas@tvcom.com.br
data14 de junho de 2011 23:43
assuntoSolicitação de Resposta
enviado porgmail.com
ocultar detalhes 23:43 (7 minutos atrás)
Carbonera e equipe do Conversas Cruzadas.

Escrevo para registrar duas questões, em respeito a este programa na qual tive a oportunidade de participar em três oportunidades.

Fui citado diversas vezes de maneira leviana por adversários político-estudantis de longa data.

Entretanto, a foto do trágico dia em que fui preso foi usada de maneira mentirosa.

Este dia em maio de 2008, como Coordenador-Geral do DCE/UFRGS, coordenei o primeiro protesto em frente a casa da governadora Yeda, residência-símbolo dos esquemas de corrupção que assolaram nosso Estado durante a última gestão estadual. Em ação coordenada pessoalmente pelo Cel. Mendes, à época Comandante da Brigada Militar, fui alvo da repressão política da ex-governadora. E não como citado pelos membros do DCE da PUCRS.

Atualmente exerço a Coordenação de Movimento Estudantil do DCE/UFRGS. Em ambas oportunidades, fui membro de chapas eleitas democraticamente, com eleições livres e transparentes, com ampla oposição constituída e com observação externa. Neste último ano, fomos eleitos na primeira eleição organizada através do sistema de votação eletrônica desenvolvida pelo Centro de Processamento de Dados da UFRGS.

Na condição de Coordenador de Movimento Estudantil da maior entidade estudantil do RS, acompanho diversas pautas estudantis em vários cantos do Estado. As eleições para UNE são nacionais. Portanto, observação externa, mais que um privilégio, é um pré-requisito. Acompanho a crise instalada na PUCRS, como membro do DCE/UFRGS, e como parte do movimento estudantil que organiza o Congresso da UNE.

Os estudantes da PUCRS, na sua luta legítima por democracia estudantil, podem contar sempre que necessário com nossa gestão do DCE da UFRGS. Assim, como estou à disposição para qualquer debate público, sobre qualquer dos temas citados de maneira leviana, com meus oponentes políticos. Estamos dispostos ao debate das ideias.

Liguei para a produção do programa em um dos intervalos para que estes registros tivessem sido feitos ao vivo. Não tendo esta oportunidade, registro a ti e tomo a liberdade de publicar em minhas redes sociais.

Saudações Estudantis,

Rodolfo Mohr
Estudante de Jornalismo/UFRGS
Coordenador de Movimento Estudantil - DCE/UFRGS

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Eles são A Banda mais Bonita da Cidade

Ufa! Finalmente!


Já não aguentava mais ver a felicidade somente propagandeada pela Coca e pela Fifa. Parece que a felicidade só existe engarrafada ou nos gramados da África e futuramente nos do Brasil.


Os curitibanos d'A Banda mais Bonita da Cidade não lançaram um viral ou mais um mantra modinha dos apaixonados.


Fizeram um jingle que não sai da cabeça e que estimula paz e amor. E mesmo que os hippies tenham sido incorporados pelo sistema ou estão desbundando pelo mundo, paz e amor são sentimentos que não podem sumir, nestes tempos de humanidade desumanizada.


A mídia adora violência, comoção, muros, grades, repressão. Falam de paz na semana do Natal, no Ano Novo e nos resto do ano mais do mesmo.


O mundo quando muda eles não mostram. Proponho que se tenha um canal Internet na TV. A proposta é bem velha, não é minha. As pessoas deviam acordar e ouvir Oração. É a versão do século XXI do bom e velho Profeta Gentileza, o popular que pregava "gentileza gera gentileza".


Muita gente falando bem, alguns falando mal. As paródias se multiplicam. Umas depreciativas, como todo o fenômeno de massas produz. Mas deu a possibilidade de enriquecer nossas lutas, como fez o pessoal da Universidade Federal de Pelotas. 





Eles tratam de um tema relevante pra todo mundo, independente do gosto, foram simples, repetitivos sim (e daí?), a gravação do clipe é de alta qualidade, num plano-sequência muito bem feito, onde a interação das pessoas, dos instrumentos e da própria música fizeram o negócio atingir milhões em uma semana. 


Eu tô atrás da Banda pra uma entrevista. Saber mais do balão, do amor, do que querem da vida. QUEM SÃO ELES? Pra onde vão? 


Se ficassem por aqui, já teriam dado uma boa sacudida na mesmice. Acredito que eles vão conseguir cativar muito mais que os corações dos apaixonados, já inundados pela música, que é um bonito refrão. 


O refrão mais legal que ficou na minha cabeça. Antes disso, só decorava axe music, jingles de políticos safados e meteoros da paixão. Obrigado pros mais bonitos da cidade.